(...)
Acordei e mal conseguia pensar direito. Não entendia o
porque o sonho se acabará logo na melhor parte. Por um tempo me senti mal por
aquele sonho errado, mas que se dane. Fui atrás dele, ah, aquele homem tudo de bom,
é meu querido vizinho, vizinho esse que sempre deixa a janela do quarto aberta
e dá pra ver muito bem quando ele toma banho, hum delicia.
E lá estava ele, tomando banho, despido, lindo, gostoso, com
aquele instrumento de trabalho totalmente ereto, totalmente duro, aquilo me
deixou molhada, me deixou excitada, e por um momento de descuido ele percebeu
que eu estava lá.
Eu gelei, e não tive chances de sair dali, ele se enrolou na
toalha e veio até mim, com aquele sorriso maldoso, com aquela cara de safado e
disse:
-Entra, daqui de dentro a vista é melhor – risos.
Entrei, meu perdida, meio confusa, mas entrei.
- Então – disse ele calmamente – é você que anda me espiando
pela janela? – Ele falava e andava pela casa, fechando as portas e as janelas.
-Não, quer dizer – eu gaguejava muito e não conseguia
explicar, apenas me calei e abaixei a cabeça.
- Pobre menina, mal sabe esconder que está mentindo – ele falava
e se aproximava – olha só como você esta soando, e essas mãos frias e tremulas.
Qual seu medo? Pobre menina, não sabe do que é capaz.
Cada palavra dele, cada gesto me alucinava cada vez, e então
ele me perguntou o que eu realmente queria ali.
- Você, eu quero você
– respondi como se fosse a ultima coisa que eu diria na vida.
- Onde você me quer? Como você me quer? – Ele sussurra essas
palavras em meu ouvido, e eu me derretia de prazer.
E então ele me deitou lentamente no sofá, foi tirando minha
roupa, até que fiquei completamente nua. Ele ria muito, se afastava, olhava pra
mim, e voltava me beijando. Sua língua percorria
a minha, suas mãos me apertavam cada vez mais e eu gemia, gemia muito.
Lentamente ele foi descendo pelos meus seios, minha barriga,
até chegar na minha ppka, ele começou a chupar de leve, a dar mordidinhas, e
foi aumentando, apertando, e eu gemia, rebolava, e apertava o sofá. Ele então
parou e me olhou serio:
- O que você que? Me responda . Responda agora.
- Eu, eu quero você.
- Hum, quer então vem aqui, não vou te foder agora não
menina, primeiro vou foder sua boca, essa boquinha gostosa.
Ele bruscamente me puxou , me colocando ajoelhada na frente
dele e disse
- Abra a boca porra.
Eu obedeci, já sem controle em mim, queria correr, fugir , mas
ao mesmo tempo, queria muito ver no que daria.
Abocanhei aquela piroca enorme com gosto, no começo foi
estranho, mas fui gostando e gostando, chupava a cabecinha, pegava as bolas,
mordia de leve, e chupava devagar e aos poucos, ate que senti que estava
pulsando e pulsando cada vez mais, ele gemia e eu me molhando cada segundo
mais, meu corpo se contraia doida querendo sentir ele em mim, até que ele
enfiou na minha boca ate atingir minha garganta e senti aquele liquido amargo e
quente descer guela abaixo. Ele respirou fundo, sorrio, vestiu a toalha e
disse>
- Menina , menina, agora vista sua roupa e saia, o que é seu
darei depois!
-Mas...
- Mas nada, obedeça e saía. Antes que eu me arrependa e
conte a alguém.
Vesti minha roupa as presas e saí, sem entender nada, e sem
saber se me arrependia ou se ainda iria insistir em conseguir ter ele dentro de
mim.
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